quarta-feira, 1 de julho de 2015

Um brinde às Árvores

Apresentamos o relato da visita das Rotas das Árvores e da Floresta a Vila Nova de Gaia (ver convite), através das palavras escritas por um dos 31 participantes, Avelino Gamelas (o único totalista das 10 ações realizadas), a quem muito agradecemos a partilha:

"No passado dia 13 de Junho, com ligeira ameaça de chuva, lá nos encontramos mais uma vez junto à Estação de Metro do Polo Universitário para participarmos na última rota deste ano. Levávamos o coração já inundado de saudade e rodeados, tanto de caras conhecidas como de caras novas, lá partimos, conduzidos por um motorista repetente, o Sr. Victor Vilela, rumo ao Parque Biológico de Gaia.

terça-feira, 30 de junho de 2015

Juntas de Freguesia da Maia treinam competências para controlar as plantas invasoras

No passado dia 19 de junho decorreu uma ação de capacitação sobre plantas invasoras para as Juntas de Freguesias da Maia. O FUTURO convidou a especialista Hélia Marchante, investigadora e docente da Escola Superior Agrária de Coimbra da Universidade de Coimbra, para partilhar o seu conhecimento sobre as metodologias de controlo mais eficazes para distintas espécies.

A Junta de Freguesia de Moreira, Junta de Freguesia de Nogueira e Silva Escura e a Junta de Freguesia de Castêlo de Maia aceitaram o convite e juntamente com cinco colaboradores da Câmara Municipal da Maia apreenderam como identificar as plantas invasoras mais dispersas na nossa região, quais são os impactos económicos, ambientais e sociais que estas plantas provocam e como agir no terreno de modo as eliminar ou controlar. Os participantes fizeram o descasque de mais algumas acácias (mimosas e austrálias) no Parque de Avioso e após o trabalho prático fez-se ainda uma visita a uma acácia que foi descascada noutra ação do FUTURO e que agora, passados seis meses, se encontra pronta para corte.

Sonae comemora o espírito de equipa e o ambiente

No passado 5 de junho, um grupo de colaboradores da Sonae, parceira no FUTURO, voltou pela segunda vez ao terreno este ano. Desta vez para uma experiência de team building entre as árvores e arbustos nativos plantados junto ao rio Leça, o contexto ideal para assinalar o Dia Mundial do Ambiente, associando o cuidado da natureza ao espírito de equipa. O grupo de 24 voluntários esteve a limpar as caldeiras, a verificar os tutores, a colocar protetores e a regar as árvores plantadas. Uma tarde muito bem passada.

Obrigada a todos.

Veja as FOTOSCréditos das fotografias: ©2015MartaMiranda & Sonae

Esta ação desenvolvida no âmbito do FUTURO - projeto das 100.000 árvores na Área Metropolitana do Porto, foi promovida pela Câmara Municipal da Maia em colaboração com o CRE.Porto e a Sonae. É cofinanciada pelo ON.2.

Qual foi o melhor sítio para passar o Dia da Criança?

No bosque da Senhora da Hora, é claro! Por isso as professoras e alunos da EB1 do Calvário comemoraram o Dia da Criança entre os carvalhos e medronheiros do FUTURO.

No passado dia 1 de junho os alunos revisitaram o bosque da “Senhora da Hora”, em Nogueira e Silva Escura na Maia, onde estiveram a cuidar das árvores e arbustos plantados na época de plantação anterior, nomeadamente a regá-los, para que não faltasse água nos dias quentes que se fez sentir, e a retirar a vegetação em excesso existente junto às pequenas plantas. Os 50 voluntários também fizeram uma revisão às estacas e colocaram protetores para que as árvores ficassem protegidas. 

Salteadores de pinhas

Apresentamos o relato da visita das Rotas das Árvores e da Floresta ao Porto (ver convite), dinamizada a 6 de junho, através das palavras escritas por uma das 56 participantes, Ana Mineiro (uma grande plantadora de árvores e comedora de paisagens), a quem muito agradecemos a partilha:

"O desafio do projeto Futuro - 100.000 Árvores na Área Metropolitana do Porto para o dia 6 de junho era modesto e singelo: “Tudo sobre Árvores: a sua biologia, lendas e curiosidades. Alguns dos mais magníficos (e desconhecidos) jardins da Cidade. As Quintas do Campo Alegre e os Caminhos do Romântico. E ainda... (re)aprender a desenhar”. Aberta a todos os interessados e incluindo um grupo de urban sketchers, esta Rota das Árvores seria ainda conduzida pelo Prof. Rubim Almeida, ilustre botânico da Universidade do Porto.

O calor apertava quando o grupo se reuniu debaixo de uma extraordinária araucária nos Jardins do Palácio de Cristal, e não seria preciso muito para que ao primeiro débito de nomes estranhos (Araucária heterophylla, Metrosideros excelsa…), relatos sobre tipos de folha ou arengas sobre bolotas e outros penduricalhos que geralmente caem no chão sem ruído a menos que se fale neles, os participantes começassem a anunciar dead lines esquecidas ou casamentos de amigos, para desaparecer debaixo de alguma sombra e ir para casa. Mas não é isso que acontece quando encaramos a EXCELÊNCIA.

Matosinhos recebe ação sobre plantas invasoras

No passado 16 de junho realizou-se em Matosinhos mais uma sessão de capacitação-ação do FUTURO sobre plantas invasoras. A ação envolveu no total 30 colaboradores dos Municípios de Matosinhos e do Porto e da empresa Silvapor e teve uma duração de cinco horas.

Durante a ação a Doutora Hélia Marchante, investigadora e docente da Escola Superior Agrária de Coimbra da Universidade de Coimbra, partilhou o seu conhecimento sobre os impactes negativos das plantas invasoras e como identificar as plantas invasoras mais dispersas no nosso território. A especialista deu também a conhecer as características que fazem destas plantas muitas vezes difíceis de eliminar ou controlar, como é o caso da mimosa (Acacia dealbata), da austrália (Acacia melanoxylon), do espanta-lobos (Ailanthus altissima), da robínia (Robinia pseudoacacia), das plumas/penachos (Cortaderia selloana), das canas (Arundo donax) e das azedas (Oxalis pes-caprea). Os intervenientes, além de descobrirem as diferentes metodologias para combater as plantas invasoras, aplicaram o método de descasque num núcleo extensivo de austrálias, onde alguns exemplares têm mais de 80 cm de perímetro. Daqui a meio ano voltaremos ao terreno para verificar se as árvores morreram e, em caso afirmativo, fazer o corte.

segunda-feira, 29 de junho de 2015

Menos 300 acácias em Valongo

O domingo de manhã - 28 de junho - foi passado nas margens da Ribeira de Fontelhas, um afluente do Rio Ferreira, em Sobrado (Valongo). Um grupo de 21 voluntários do FUTURO juntou-se nesta ação para colaborar no controlo de acácias, principalmente da espécie Acacia dealbata, através do método de descasque. Alguns já tinham prática, outros eram iniciados, mas ao fim de alguns minutos já todos estavam a descascar acácias. Estimamos que a manhã tenha rendido o descasque de cerca de 300 mimosas. Estas plantas invasoras serão agora deixadas a "morrer em pé", de modo a garantir a morte não só da parte aérea mas também das raizes.
O plano para aquela parcela de intervenção do FUTURO é plantar as margens com espécies ribeirinhas como sanguinhos de água, freixos, salgueiros e sabugueiros, de modo a contribuir para a reabilitação da galeria ripícola, mas qualquer plantação só acontecerá depois de controladas as invasoras. Em fevereiro de 2016 esperamos já poder ter condições para plantar.
A meio da manhã tivemos direito a um simpático farnel para repor energias: a Raquel trouxe bolo e a Carla trouxe várias embalagens de fruta desidratada da Frueat. Tudo delicioso!

Obrigada a tod@s!

FOTOS Créditos das fotografias: ©2015CRE.Porto, Ramón Ruiz

Esta atividade, desenvolvida no âmbito do FUTURO - projeto das 100.000 árvores na Área Metropolitana do Porto, foi organizada pela Câmara Municipal de Valongo e pelo CRE.Porto. É cofinanciada pelo ON.2.

quinta-feira, 25 de junho de 2015

Detalhes | Valongo | 28 junho

[inscrições encerradas]
Data | 28 de junho 2015
Duração | 9h30-12h30
Público-alvo | Publico-geral, maiores de 16 anos.
Hora e local de encontro dos voluntários | 09h20, margem direita da Ribeira de Fontelhas, onde esta passa sob a Rua S. João de Sobrado (N209), freguesia de Sobrado, Valongo (ponte antes do polígono industrial Miritta)
Coordenadas geográficas do local de encontro | 41°12'03.5"N8°28'15.1"W

Descrição | Controlo de acácia pelo método de descasque.

Recomendações especiais para os voluntários inscritos| Calçado adequado e vestuário adaptado às condições climatéricas; chapéu; luvas de trabalho e tesouras de poda, se tiver.

Esta atividade desenvolvida no âmbito do FUTURO - projeto das 100.000 árvores na Área Metropolitana do Porto, é organizada pela Câmara Municipal de Valongo com o apoio do CRE.Porto. É cofinanciada pelo ON.2.

Rali fotográfico

Fotografia mais votada - Joana Leite
No passado dia 31 de maio organizamos um rali fotográfico no âmbito da Rota das Árvores e da Floresta em Gondomar e Valongo. As 50 fotografias concorrentes estiveram disponíveis para votação no facebook.

Foram atribuídos 3 prémios: fotografia mais votada e 2 menções honrosas por seleção do fotógrafo João Nunes da Silva, que acompanhou a ação.

domingo, 21 de junho de 2015

Mais um passo para o "Pulmão Verde do Porto"

Ontem assistimos à formalização do "Pulmão Verde do Porto", um acordo entre os municípios de Gondomar, Paredes, Valongo para criar uma área protegida nas serras que partilham (Santa Justa, Pias, Castiçal, Boneca), sob o auspício da Área Metropolitana do Porto. A assinatura aconteceu simbolicamente no local de encontro entre os 3 municípios.

Ao olhar em redor é muito fácil perceber o potencial da área mas o desafio é grande, principalmente porque o território está literalmente dominado por eucalipto. Há-o a perder de vista. Por isso, o potencial ambiental, paisagístico, de biodiversidade, ecoturismo e lazer destas serras está ainda limitado. Estas últimas palavras são nossas mas foram de algum modo partilhadas pelos protagonistas nos seus discursos, os presidentes dos três municípios: Celso Ferreira, José Manuel Ribeiro e Marco Martins.

Na verdade, nessa manhã, todos sentimos na pele as consequências da falta de uma verdadeira floresta. Estávamos diretamente sob o sol, a temperatura estava alta e não existia qualquer possibilidade de nos protegermos numa sombra. Os solos, pobres e poeirentos, eram levantados pelo vento e lançados sobre nós em leves rajadas. A presença de árvores nativas neste contexto protegeria o solo, refrescaria o ar e ofereceria sombra.

Desejamos o maior sucesso à área protegida a criar e estamos certos que o "FUTURO - projeto das 100.000 árvores na Área Metropolitana do Porto" terá um papel fundamental na continuidade da reabilitação deste "Pulmão Verde do Porto", como já tem vindo a fazer, em particular na Serra de Santa Justa.