terça-feira, 26 de maio de 2015

O FUTURO na Escola Básica do Búzio

No dia 17 de Abril terminamos as nossas viagens por Vale de Cambra. Vamos sentir saudades, quer pelas paisagens, quer pelas escolas fantásticas que encontramos. Este dia estava reservado para a Escola Básica do Búzio, onde estivemos numa sala de ginástica, não para exercitar o corpo mas a mente dos alunos dos 3º e 4º anos de escolaridade. Quando questionados sobre o que é uma árvore, não houve hesitação e a resposta foi rápida: “é um ser vivo, uma planta, uma fonte de oxigénio, madeira, sombra e….muito mais coisas”. Depois desta resposta, pouco tivemos que acrescentar para que ficasse ainda mais completa. Depois de desafiarmos todo o grupo a olhar pela janela, para observar as muitas árvores que existiam no recreio da escola, alguns, ainda que timidamente responderam que “se uma árvore 'absorve' assim tanta água e ajuda a prevenir as inundações, a nossa escola é um bom exemplo!”. É pois, garantimos! E continuando a falarsobre os serviços ecológicos que a floresta proporciona, a criação de habitat para os animais foi um dos temas que gerou reboliço porque depois de uma imagem de um esquilo, muitos foram os outros nomes de animais da floresta que começaram a ser ditos. Sem dúvida, a nossa jornada por Vale de Cambra ficará na memória :) FOTOS

Esta ação desenvolvida no âmbito do FUTURO - projeto das 100.000 árvores na Área Metropolitana do Porto, foi promovida pelo CRE.Porto. É cofinanciada pelo ON.2.

O FUTURO na Escola Básica de Vila Chã

No dia 17 de Abril rumamos mais uma vez a Vale de Cambra. Desta vez o nosso destino foi a Escola Básica de Vila Chã. Nesta escola estivemos com um grupo de 58 crianças desde o 1º ano até ao 4º ano de escolaridade. Sentadinhos em colchões coloridos, desde os mais pequeninos aos mais velhos, todos quiseram participar e falar da floresta: “As floresta além de nos darem alimentos, como os frutos, também dão alimentos aos animais. Por isso é que são importantes para nós e para eles!”; “Na floresta está sempre a aparecer e a crescer mais vida, por isso é que é um sitio tão rico e bonito!”. Durante o jogo da identificação das folhas pusemos à prova o olhar atento de todos e depois de algumas explicações alguém afirmou: “Ah! Já percebi, temos que olhar muito bem para a folha toda para saber o nome dela, não é?” É isso mesmo :) Através das pistas todos conseguiram identificar a sua árvore nativa e no final da sessão, mesmo quando baralharmos todas as folhas, não ficou uma por adivinhar, mesmo as de "nomes mais difíceis”. FOTOS.

Esta ação desenvolvida no âmbito do FUTURO - projeto das 100.000 árvores na Área Metropolitana do Porto, foi promovida pelo CRE.Porto. É cofinanciada pelo ON.2.

O FUTURO na Escola Básica da Praça

No dia 15 de Abril, continuamos a conhecer as freguesias de Vale de Cambra e desta vez, estivemos na Escola Básica da Praça, em Macieira de Cambra. A escola que nos acolheu é seguramente um “monumento vivo” nesta vila, pois os alunos continuam a dar vida a este edifício construído em 1913 pelo grande patrono da vila, Luiz Bernardo de Almeida. Esta escola - escola modelo - foi uma das primeiras a ter balneários e água corrente no distrito de Aveiro. Estes e muitos outros factos foram contados pela professora Judite Costa, a quem agradecemos toda a partilha de conhecimento sobre a história desta escola e desta vila. Já no auditório, um grupo de 51 alunos do 1º ciclo esteve muito atento e participativo durante toda a sessão. “As árvores são importantes para (ouviu-se uma grande inspiração) respirarmos melhor!” disse uma menina de apenas 6 anos; já a Eduarda do 4º ano, completou que “podemos e devemos ter florestas nas cidades, mesmo quando são pequeninas, para as pessoas que vivem na cidade poderem passear e viver melhor”. O João, que participou na ação de plantação no dia 21 de Março promovida pelo FUTURO em Vale Cambra, reconheceu algumas das folhas das árvores e foi um ávido participante durante toda a sessão. No final, ainda pudemos contemplar as tílias centenárias no recreio da escola. FOTOS

Esta ação desenvolvida no âmbito do FUTURO - projeto das 100.000 árvores na Área Metropolitana do Porto, foi promovida pelo CRE.Porto. É cofinanciada pelo ON.2.

O FUTURO na Escola Básica das Dairas

Ferreira de Castro, famoso escritor Português, referiu-se a Vale de Cambra como a “Suíça Francesa”, pelos seus campos e paisagens verdejantes. Durante a nossa visita à Escola Básica das Dairas, no dia 15 de Abril, para mais uma sessão do “FUTURO vai às escolas” pudemos observar isso mesmo.
Ao entrar na escola sentimo-nos como se estivéssemos a entrar dentro de uma pequena floresta, onde não faltavam imponentes pinheiros bravos (Pinus pinaster), bordos (Acer pseudoplatanus), várias espécies de acers, olaias (Cercis siliquastrum), entre muitas outras espécies. Ao falarmos do desenvolvimento das cidades como uma das ameaças às florestas,  um dos alunos do 2º ciclo respondeu: “Quando construíram esta escola, tiveram que cortar o mato e as árvores, e isso foi mau, mas depois, deixaram as árvores voltar a crescer e agora já não se nota tanto a presença da escola. Se nas cidades se fizesse sempre isso podíamos ter sempre árvores e florestas perto de nós”. Este foi sem dúvida um dos comentários que melhor resumiu a história e a paisagem desta escola. “A floresta também é importante para nos sentirmos bem, sermos mais felizes e aprendermos mais sobre plantas e animais” acrescentou a Ana Maria. Talvez pela grande riqueza de espécies dentro da escola e pelos trabalhos feitos com os professores, a identificação de algumas espécies nativas foi uma tarefa fácil. No final da sessão, no “Parque das Carvalhas” que se encontra mesmo em frente à escola, pudemos contemplar e fotografar um exemplar lindíssimo de carvalho alvarinho (Quercus robur) centenário, que mereceu o nosso abraço! FOTOS

Esta ação desenvolvida no âmbito do FUTURO - projeto das 100.000 árvores na Área Metropolitana do Porto, foi promovida pelo CRE.Porto. É cofinanciada pelo ON.2.

O FUTURO na Escola Básica/JI do Picoto


“As florestas podem ter diferentes aspetos e tamanhos, desde as grandes e densas, com árvores altas e muitos animais grandes, até aos matos, com arbustos e plantas mais pequenas”. Esta foi a rápida descrição de floresta feita pelo João, de 7 anos, da Escola Básica do Picoto, em Oliveira de Azeméis. Ao longo desta sessão que decorreu no dia 10 de abril, com um grupo de 46 alunos de 1º ciclo, muitos outros meninos quiseram falar um pouco sobre o que conheciam da floresta e aproveitamos até para conversar sobre as árvores nativas que tinham no jardim da sua escola, como o bordo, o carvalho e o castanheiro. Contaram-nos ainda que no natal a Escola adotou um pequeno azevinho.
Sobre o ciclo de vida das árvores, ouviu-se em voz baixinha que “as árvores nascem como nós e crescem como nós, pois começam muito pequeninas e depois ficam grandes e fortes”. Durante a apresentação, perante uma imagem de um menino a abraçar um árvore e após termos perguntado o que aquela imagem lhes sugeria, o João, mais uma vez de mão bem esticada acrescentou que: “ao abraçarmos uma árvore é como se estivéssemos a abraçar uma pessoa, porque uma árvore também é um ser vivo como nós! Por isso o menino a abraçar a árvore é como se estivesse a abraçar outro amigo”. Ao longo de toda a sessão pudemos contar ainda com a presença da Eng. Cláudia Azevedo e do Eng. Álvaro Coelho, da Câmara Municipal de Oliveira de Azeméis. FOTOS

Esta ação desenvolvida no âmbito do FUTURO - projeto das 100.000 árvores na Área Metropolitana do Porto, foi promovida pelo CRE.Porto. É cofinanciada pelo ON.2.

O FUTURO no Agrupamento de Escolas Dr. Ferreira da Silva

No dia 10 de Abril visitamos o Agrupamento de Escolas Dr. Ferreira da Silva, Oliveira de Azeméis. Estivemos à conversa com um grupo de 26 alunos do 5º ao 9º ano de escolaridade das escolas EB Comendador Ângelo Azevedo e EB e Secundária Dr. Ferreira da Silva. Apesar do grupo pequeno e muito heterogéneo o interesse de todos foi equivalente. Os mais novos aprenderam conceitos novos e os mais velhos puderam recordá-los e esclarecer dúvidas. Ao falarmos de serviços de ecossistemas e sobre a melhoria da qualidade de vida resultante da presença de manchas verdes, desafiamos os alunos a olhar pela janela e observar a paisagem que rodeia a escola. A grande mancha florestal que circunda o edifício serviu para explicar melhor o conceito de floresta urbana ou floresta de proximidade e, no final, em jeito de conclusão ouviu-se uma expressão viva de uma das alunas: “Afinal, temos sorte por morar num sitio como este!”. FOTOS.

Esta ação desenvolvida no âmbito do FUTURO - projeto das 100.000 árvores na Área Metropolitana do Porto, foi promovida pelo CRE.Porto. É cofinanciada pelo ON.2.

O FUTURO no Centro Escolar de Arões-Junqueira

No dia 8 de Abril, o FUTURO continuou a sua jornada pelo município de Vale de Cambra e foi até ao Centro Escolar de Arões-Junqueira. Nesta escola, bem no coração da Serra da Freita, estivemos com 48 alunos do primeiro ciclo e as suas professoras. Mais uma vez, o principal tema de conversa foi sobre a importância da floresta e o sobre o que ela representa para todos nós. Apesar da sua tenra idade, neste debate houve quem acrescentasse que “a floresta também é importante para o turismo no nosso País e há quem venha de longe para conhecer a nossa Serra!”. Durante o "jogo das folhas" houve tempo para alguns pequenos especialistas identificarem por si só algumas das espécies de árvores nativas da nossa região. As preferidas foram o carvalho-alvarinho, o azevinho, o castanheiro e o pinheiro manso. Talvez por estas árvores estarem muito presentes no quotidiano de muitas destas crianças, nenhuma teve dúvidas e responderam quase todas num coro bem sincronizado o respectivo nome, assim que mostramos a folha! FOTOS

Esta ação desenvolvida no âmbito do FUTURO - projeto das 100.000 árvores na Área Metropolitana do Porto, foi promovida pelo CRE.Porto. É cofinanciada pelo ON.2.
 

O FUTURO na Escola Básica das Areias

“A floresta também nos transmite sensações, de arrepio por exemplo, quando de noite vemos e ouvimos animais especiais que só saem quando está escuro!”. Esta, foi uma das respostas à pergunta sobre qual a importância das florestas, durante a nossa visita à  Escola Básica das Areias, em Vale de Cambra, no dia 8 de Abril. Nesta escola estivemos com 58 alunos do  2º ao 4º anos de escolaridade. Ao falarmos sobre florestas rapidamente os alunos concluíram que eram uns  privilegiados por estudarem e morarem tão perto de uma das mais bonitas serras do nosso País, a Serra da Freita. Durante a sessão não falamos só das sensações que a floresta transmite, também se falou na cor que ela dá à paisagem, nos sons que conseguimos ouvir e nos produtos que conseguimos extrair para o nosso quotidiano.

Ao apresentarmos o FUTURO e explicar que também plantamos na Serra da Freita a pergunta foi imediata: “Mas vocês também vêm plantar aqui? Na nossa serra?” perguntou o Tomás com surpresa! FOTOS

Esta ação desenvolvida no âmbito do FUTURO - projeto das 100.000 árvores na Área Metropolitana do Porto, foi promovida pelo CRE.Porto. É cofinanciada pelo ON.2.

Sempre alerta!

É o lema dos escuteiros. Sempre preparados para servir, incluindo ajudar a melhorar o ambiente. Desta vez, e no Dia da Árvore (21 de março) vieram de Gaia e da Maia para cuidar da floresta na Trofa, mais precisamente na Quinta da Sardoeira, juntando-se a mais voluntários (no total fomos cerca de 80). Cuidamos das árvores plantadas nas ações anteriores, colocando estacas para as sinalizar (cerca de 600). Ainda deu tempo para dar entrevistas para o Porto Canal e plantar 20 medronheiros. Bem haja a todos!

FOTOS

Esta atividade foi desenvolvida no âmbito do FUTURO - projeto das 100.000 árvores na Área Metropolitana do Porto, organizada pela Câmara Municipal da Trofa e o CRE.Porto em colaboração com a Associação de Silvicultores do Vale do Ave, a Associação para a Protecção do Vale do Coronado, a AMO Portugal - Trofa. As árvores (todas nativas) são fornecidas pelo Projeto Floresta Comum. É cofinanciada pelo ON.2.

segunda-feira, 25 de maio de 2015

Mar de nuvens

Desta vez fomos de camioneta para a Serra da Freita, cuidar das árvores plantadas nos últimos anos. Por isso pudemos apreciar bem as vistas na subida: um imenso mar de nuvens de onde emergiam os cumes mais altos, semelhantes a ilhas. O dia 10 de maio acordou lindo e todos demos graças por ter aceite o convite.

Após uma introdução ao tema pelos nossos anfitriões, Marta Pinto do FUTURO e Manuel Rainha do ICNF, que nos explicaram o que íamos fazer, como e porquê, chegou o momento de arregaçar as mangas, que o dia estava quente e o trabalho era muito: encontrar as árvores nativas plantadas, libertá-las do manto de silvas e tojo que as abafava, reforçar a estaca de sinalização e a caldeira, e desejar a melhor das sortes. Não faltou o que fazer aos cerca de 50 voluntários.