A Rota das Árvores do Porto é uma iniciativa dedicada à valorização e divulgação do património natural e cultural do Município do Porto, destacando a riqueza arbórea da cidade e o papel ambiental, histórico e identitário que estas árvores desempenham.
Em 2026, a Rota apresenta oito visitas temáticas, a decorrer entre abril e novembro, focadas na descoberta das árvores e dos espaços que as acolhem. Cada percurso oferece uma imersão na biodiversidade urbana e nos locais que testemunham a evolução da paisagem portuense.

Dia: 18 de abril | Hora: 14h30
Abertura de inscrições: 7 de abril, 21h00
Guia: Arquiteto paisagista João Almeida
“Venha, vamos visitar os jardins da Expo de 1865.”
“No Palácio de Cristal vamos percorrer os jardins da primeira “Expo” do país, que em 1865 deslumbrou a cidade com mais de 3000 expositores. Segue-se a Quinta da Macieirinha, onde uma casa, um jardim e um ancião, privaram com um rei exilado, num terraço de buxos e rosas. Depois, uma paixão inglesa pelo Douro e pela botânica conduz-nos à Casa Tait, num “very British” jardim, residência de um outro ancião com mais de 250 anos.”

Dia: 16 de maio | Hora: 14h30
Abertura de inscrições: 5 de maio, 21h00
Guia: Arquiteto paisagista João Almeida
“Na Boavista, há tâmaras, lagos e árvores de papel.”
“Começamos na casa da sobrinha de Aurélia de Sousa. Uma habitação nunca estreada, onde se esconde um lago e um jardim de árvores de papel. Da residência de Marta Ortigão vamos até à feira, que já foi de São Miguel, dos Moços e do livro. A Praça de Mouzinho de Albuquerque já foi tudo e tem de tudo, até tâmaras (!). Por fim, terminamos onde tudo acaba, debaixo de terra em Agramonte, num cemitério romântico que nasceu da cólera“

Dia: 20 de junho | Hora: 14h30
Abertura de inscrições: 9 de junho, 21h00
Guia: Arquiteto paisagista João Almeida
“Este é o jardim mais chique, boémio e sofisticado do Porto.”
“Há, no jardim do Passeio Alegre, uma sofisticação difícil de igualar. O jardim escolhido por Camilo para as suas tertúlias tem chalés suíços, golfe, palmeiras, Arte Nova, louça inglesa, Nasoni e, claro, árvores. Na zona nobre da cidade, entalado entre um rio Douro – já quase atlântico – e um conjunto de palacetes, fica o muito cosmopolita jardim do Passeio Alegre, onde é possível viver um Natal neozelandês e degustar as, muito nossas, ginjinhas “d’el-rei”, numa única tarde.”

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